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quarta-feira, 13 de junho de 2012

A RAZÃO DO FRACASSO (2)

Muitas são as pessoas que creem na Bíblia e no Senhor Jesus já foram batizadas nas águas e até são fiéis nos dízimos e nas ofertas, mas o cumprimento das promessas de Deus em suas vidas ainda tem sido apenas uma teoria e não uma realidade. Muitas não têm experimentado o novo nascimento pela água e pelo Espírito, e por isso mesmo não entendem o porquê de tantos fracassos. Creio que essas pessoas têm pensado que as promessas divinas deveriam ser automáticas na vida daqueles que acreditam nelas. De fato, os benefícios oriundos da Palavra de Deus são automáticos, mas somente na vida daqueles que nela creem de todo o coração, e não apenas com o intelecto.
Aí está a grande diferença! Os nascidos da carne que, inclusive, são muito semelhantes aos nascidos do Espírito, tal como o joio e o trigo, têm crido nas promessas de Deus apenas com a capacidade intelectual. E porque são fiéis nos dízimos e nas ofertas e na frequência à Igreja, pensam que têm os mesmos direitos daqueles que pagaram o preço e conquistaram o Reino de Deus pela fé.
A verdade é que tudo depende da fé sobrenatural, que é a fé sincera e sem hipocrisia. E isso é justamente o que não acontece com os nascidos da carne. Ora, como é possível uma pessoa carnal querer usufruir dos benefícios determinados apenas para aqueles que são nascidos de Deus? Impossível! É por isso que o Espírito Santo sugere que cada um examine-se a si mesmo para conferir se realmente está na fé. “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provaivos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós?” (2 Coríntios 13.5).
É preciso que cada pessoa avalie a sua vida, examine através dos frutos se está ou não na fé. Reflita: “Será que eu sou de Deus? A minha família está liberta? Meu marido, minha esposa, meu filho estão abençoados? Não me falta nada? Sou uma pessoa tranquila? Tenho paz, vida e posso falar de Jesus para as outras pessoas?”.
Muitos, infelizmente, têm pensado que estão na fé só porque frequentam uma igreja evangélica. E são justamente esses que têm vivido à margem da vida abundante prometida pelo Senhor Jesus. Não podemos esquecer que Judas Iscariotes conviveu lado a lado com o Senhor Jesus, mas no final acabou por traí-Lo. Por que? Por que tantas pessoas têm visto o poder de Deus na vida dos outros, mas elas mesmas não têm experimentado o mesmo em suas próprias vidas? Justamente pelo mesmo motivo de Judas Iscariotes. Ele era um convencido e não convertido ao Senhor Jesus. O mesmo se dá com a maioria dos crentes fracassados. Eles têm sido crentes com a mente, com o intelecto, mas nunca de todo o coração! Por isso as promessas de Deus não se cumprem em suas vidas. Passam-se os anos e eles continuam a ter aquela mesma vidinha: Bíblia debaixo do braço, domingo pela manhã no culto, aleluias, glórias a Deus e a família destruída, cheios de dívidas e dependendo dos outros para sobreviver. Uma vida de quem parece que crê no diabo!
           O erro não está em Deus e muito menos na Sua Santa Palavra, mas sim na qualidade de crença que se tem n’Ele e em Suas promessas.



Autoria Bp. Edir Macedo





Fé+Revolta
Obreiro Wagner Juneo

terça-feira, 12 de junho de 2012

A RAZÃO DO FRACASSO (1)


Muitas pessoas que dizem crer no Senhor Jesus e não têm visto o cumprimento das promessas de Deus em suas vidas, culpam na maioria das vezes o destino como responsável por seus fracassos. O pior de tudo são aquelas que fazem parte do corpo de membros, do coral e até mesmo do ministério de determinadas igrejas denominacionais, mas que estão passando anos a fio com a vida miserável. Alguns chegam até mesmo a conviver nos limites da pobreza, sem contar com uma série de outros problemas em relação à vida matrimonial, sentimental e física. Por que isso acontece? Por que alguém que diz crer na Palavra de Deus vive como se cresse na palavra do diabo?

O certo é que quando uma pessoa está mal interiormente ou espiritualmente, isso reflete de maneira clara e negativa em toda a sua vida exterior. A Bíblia descreve um bom exemplo disso: “Um homem possesso de espírito imundo, o qual vivia nos sepulcros, e nem mesmo com cadeias alguém podia prendê-lo; porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram quebradas por ele, e os grilhões, despedaçados. E ninguém podia subjugá-lo. Andava sempre, de noite e de dia, clamando por entre os sepulcros e pelos montes, ferindo-se com pedras.” (Marcos 5.2-5).

Enquanto esse homem estava possuído por aqueles espíritos imundos, ele vivia entre os sepulcros. O mesmo acontece com todos os que têm vivido nos “sepulcros” desse mundo, em meio a miséria, doenças e a destruição na família ou no casamento. Saiba que Deus não nos salvou para vivermos assim. Pelo contrário, quando criou o homem, Ele o colocou num jardim onde havia abundância de paz, de amor, de alegria, de alimentos, enfim, de vida. Quando Jesus expeliu os demônios que estavam no corpo daquele homem, imediatamente ele voltou ao seu estado normal e, somente a partir daquele instante, teve condições de aceitar e seguir de verdade ao Senhor Jesus.

Hoje, infelizmente, aqueles que compõem a maioria das igrejas evangélicas, estão vivendo à margem daquilo que creem. O fato de pertencer a uma denominação não significa que a pessoa está salva ou liberta. Provavelmente eles têm crido nas promessas de Deus apenas com a mente e não com o coração. Isso ocorre quando uma pessoa possessa de espíritos imundos começa a frequentar uma igreja evangélica e sem que seja liberta, participa das reuniões doutrinárias. Em pouco tempo, ela ficará cheia de conhecimentos bíblicos e convencida de que está convertida e que, a partir de então, sua vida irá mudar.

De fato, seus hábitos podem até ter uma melhora, mas a transformação radical e as bênçãos de Deus nunca vão acontecer na sua vida! Isso porque enquanto aquele espírito imundo não for extraído do seu corpo, nada vai mudar; ela vai ter uma nova religião, mas sua vida continuará a mesma. Desgraçadamente, essa é a situação espiritual em que se encontram muitas igrejas que dizem ser do Senhor Jesus. Por isso, sem nenhum medo de errar, creio que há mais demônios atuando dentro das igrejas evangélicas do que fora delas. Continuaremos esse assunto na próxima semana.



Autoria Bp. Edir Macedo




Fé+Revolta
Obreiro Wagner Juneo

sábado, 17 de julho de 2010

SERVIR A DEUS NO ALTAR

A vida no átrio não significa necessariamente uma vida de facilidades. Existem os desafios,as
provas e as próprias batalhas que têm que ser enfrentadas e vencidas. Contudo, isso não é
nada em comparação com aqueles que têm a vida no altar.
Servir a Deus no altar significa renunciar totalmente a sua própria vida, pois o altar é lugar de sacrifícios, lugar de perda de vida ou lugar de morte. A vida no altar significa uma vida de lutas constantes, dissabores, incompreensões, decepções e lágrimas por aqueles que nem ao menos conhecemos. Se no átrio o cristão tem batalhas difíceis, imaginem no altar, como homem de Deus, onde as batalhas são constantes! É um estado de guerra constante com satanás e todo o seu reino. O melhor exemplo disso foi o próprio Senhor Jesus, que mesmo sendo Filho do Deus Vivo, muitas vezes tinha que Se isolar de tudo e de todos, para Se entregar a incessantes súplicas. E por quê? Se o Filho de Deus precisava viver em consagração constante, imaginem aqueles que O servem! Aquele que se dispõe a servir a Deus no altar, jamais pode pensar em si mesmo, no seu
futuro, ou mesmo no futuro de sua família. Ele é como um soldado que vai para a guerra. Lá, na frente da luta, tem obrigação de se
manter vigilante todo o tempo pois, do contrário, sua vida e de seus companheiros estará em risco. Não tem férias, folga ou lazer, porque o inimigo também não tem. O país conta com ele e espera que lute com todas as suas forças para trazer a vitória. Assim é a vida do homem de Deus no altar. Aquele que deu a Sua vida por ele, que sofreu para que pudesse ter a vida eterna, o arregimentou e, agora, está com ele para conquistar outras pessoas. Na próxima semana, continuaremos
com este estudo.

Que Deus os abençoe, abundantemente.


(Autoria Bispo Edir Macedo)